Mostrando postagens com marcador Você & Deus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Você & Deus. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de abril de 2016

7 versículos encorajadores para momentos difíceis

Nos tempos mais difíceis todos precisamos de encorajamento para continuar. Estas são 7 palavras de encorajamento da Bíblia para lhe fortalecer nas dificuldades.

1. Você não está sozinho

(Romanos 8:38-39)
Em todos os momentos Jesus está com você. Ele nunca lhe vai abandonar.

2. Deus se preocupa com você

(Salmos 56:8)
Seu problema é importante para Deus. Ele se preocupa com cada detalhe de sua vida e vai lhe ajudar. 

3. Cristo vai lhe consolar

(2 Corintios 1:5)
 Jesus sabe o que está passando em seu coração. Ele vai lhe dar a consolação que você precisa. 

4. Os tempos difíceis não duram para sempre

(Salmos 126:5-6)
Até os tempos mais difíceis passam. A alegria de Deus sempre vence.

5. Deus sempre cumpre suas promessas

(Salmos 119:50)
Quem confia nas promessas de Deus tem sempre uma esperança, porque suas promessas não falham

6. Deus está no controle

(Romanos 8:28)
Você pode não entender a razão de seu sofrimento mas Deus está cuidando de você. 

7. Jesus é sua força

(2 Coríntios 12:10)
É nos momentos mais difíceis que você descobre sua verdadeira força: Jesus. Quando você não consegue caminhar mais, Jesus lhe leva e milagres acontecem.

sábado, 2 de abril de 2016

Existe mesmo um céu?

Sua pergunta: “Existe realmente um céu? Como ele se parece? Lá eu poderei ver toda a minha família e amigos que já se foram?”
Nossa resposta: Sim, existe mesmo um céu de acordo com a Bíblia. O atual céu está numa dimensão diferente e não pode ser visto pelos homens ao menos que Deus lhes revele, o que Ele fez em muitas ocasiões para os Seus profetas (Isaias 6; Ezequiel 1; Daniel 7:9-10; 2Corintios 12:1-4; Apocalipse 1, 4-5). Lá no céu, Deus se encontra no trono e a Bíblia declara que Jesus, o Cordeiro de Deus, está sentado à direita do Pai nesse trono, até que Ele retorne para julgar a Terra e construir Seu reino aqui.
O que muitas pessoas chamam de “céu” é, na verdade, uma cidade eterna que a Bíblia chama de “Nova Jerusalém” (Apocalipse 21:2). “E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe” (Apocalipse 21:1). A cidade eterna é descrita assim:
“Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse, ‘Eis que faço novas todas as coisas!'” (Apocalipse 21:3-5)
“A cidade não necessita nem do sol, nem da lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.” (Apocalipse 21:23)
A nova Jerusalém será a eterna morada do povo de Deus. Sobre esse lugar, a Bíblia fala que “não entrará nela coisa alguma impura, nem o que pratica abominação ou mentira; mas somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro” (Apocalipse 21:27).
A Bíblia nos diz que todas as pessoas experimentarão uma ressurreição corpórea da morte, e todos aparecerão diante do banco dos réus de Cristo (Apocalipse 20:11-13). Apesar de Jesus no passado ter vindo a Terra como um Salvador, Ele irá agora agir como um Juiz. E todo aquele que não for achado inscrito no livro da vida, será lançado no lago de fogo (Apocalipse 20:14-15).
A idéia de que todos irão para o céu e se reencontrar com seus parentes não é uma idéia de maneira alguma bíblica. Particularmente, Jesus diz que aqueles que acreditarem nele encontrariam vida, porque ninguém vem ao Pai senão por Mim(João 14:6). Apocalipse 7:9 nos conta que, no céu, existirá uma multidão de pessoas de todas as tribos, línguas, povos e nações que herdarão a vida eterna por causa de sua fé em Jesus. É provável que apenas aqueles que se humilharam perante Deus e responderam positivamente a qualquer revelação que Ele tenha lhes dado, permanecerão com Deus por toda a eternidade. Aqueles que rejeitaram a Deus não estarão com Ele.

Jesus: o único caminho?




Sua pergunta: “O Cristianismo é o caminho ‘correto’ – isso não seria ingênuo?”
Nossa resposta: Temos um artigo disponível que fala sobre as maiores diferenças entre as diferentes crenças mundiais. Os ensinamentos de Jesus Cristo são comparados a essas crenças mundiais. Por favor, leia “Relacionando-se com o Divino”. Veja também os artigos na seção E JESUS?"
É ingenuidade? Não se for verdade. Jesus disse que Ele era o Caminho, a Verdade, e a Vida (João 14:6). Ou Ele estava dizendo a verdade ou não estava. Se Ele estava dizendo a verdade, não é ingênuo concordar com Ele.
Presume-se que os seguidores de Jesus Cristo se concentram no lado oeste do hemisfério. Entretanto, Jesus começou seu ministério no Oriente Médio, ministério que se espalhou, a partir dali, por toda a Terra. Existem milhões de cristãos na África e Ásia. Atualmente a maior igreja Cristã do mundo se encontra na Coréia do Sul.
Ter fé em Cristo não é somente algo do ocidente, como céticos e antagonistas gostam de divulgar. A Bíblia conta que a multidão de crentes no céu será de cada povo, tribo, língua e nação (Apocalipse 7:9), e que Jesus morreu pelos pecados das pessoas de cada canto da Terra (Apocalipse 5:9).
Se Jesus é de fato Deus como Ele declarou e ressuscitou dos mortos como prova disso, então Ele tem nos dado inúmeras razões para acreditar nEle (veja “Mais Que Uma Fé Cega”). Ele não está pedindo que tenhamos uma fé ingênua, mas uma fé inteligente Nele. E aqueles que crerem em Jesus receberão uma vida mais plena e direcionada; paz com Deus e vida eterna. Dificilmente essa será a decisão de um cabeça-de-vento.

Relacionando-se com o Divino

Todos nós queremos chegar até o fim da vida com um certo grau de sucesso, com algum sentimento de que acertamos. Alguns pensam que conhecem um jeito da vida ser satisfatória e até mesmo significativa. E quanto às principais religiões do mundo? Existe algo nelas que poderia trazer às nossas vidas maior estabilidade e valor?
A seguir, teremos a oportunidade de investigarmos as principais crenças do mundo: Hinduísmo, Nova Era, Budismo, Islamismo e Cristianismo, incluindo uma breve descrição de cada um delas, suas características distintas e o que uma pessoa pode obter de cada uma delas. A autora, então, aponta onde os ensinos de Jesus se diferem das demais religiões mundiais.

Religião e Espiritualidade: Hinduísmo

A maioria dos hindus adora uma infinidade de representações de divindades através de uma multidão de deuses e deusas, cerca 300.000 deles. Todos estes deuses e deusas são encarnados em ídolos, templos, gurus, rios, animais. Brahman não é um deus único, mas mais um conceito para a divindade máxima.
Os hindus vêem sua condição atual nesta vida baseada em suas ações em vidas passadas. Isto é, se seus comportamentos anteriores foram maus, eles podem experimentar tremendos sofrimentos nesta vida. O objetivo de um hindu é tornar-se livre da lei do karma, ser livre de contínuas reencarnações.
Há três caminhos possíveis para acabar com este ciclo do karma: ser devoto afetuoso de qualquer um dos deuses ou deusas hindus; crescer em conhecimento através de meditação de Brahman (identidade), para compreender que as circunstâncias da vida não são reais, que a individualidade é uma ilusão e somente a Brahman é real; ser dedicado a várias cerimônias e ritos religiosos.
No hinduísmo, a pessoa tem a liberdade de escolher o modo como trabalhar em direção à perfeição espiritual. O hinduísmo também apresenta uma possível explicação para o sofrimento e o mal no mundo. De acordo com o hinduísmo, o sofrimento que qualquer um experimenta, seja enfermidade, fome ou um desastre, é devido às próprias ações maléficas que a pessoa tenha feito, normalmente em vidas passadas. A alma é a única coisa que importa, pois um dia será livre do ciclo da reencarnação e descansará.

Religião e Espiritualidade: Nova Era

A Nova Era promove o desenvolvimento dos poderes e divindade próprios da pessoa. Quando se refere a Deus, um seguidor da Nova Era não fala de um Deus pessoal e transcendente, criador do universo, mas refere-se à uma consciência mais alta dentro deles mesmos. Uma pessoa da Nova Era iria ver-se como Deus, o cosmo, o universo. Na verdade, tudo que uma pessoa vê, ouve, sente ou imagina é considerado divino.
Altamente eclética, a Nova Era apresenta-se como uma coleção de tradições espirituais antigas. Reconhece vários deuses e deusas, como o hinduísmo. A Terra é vista como a fonte de toda espiritualidade e tem sua própria inteligência, emoções e divindade. Mas, suplantando tudo, existe o Eu. O Eu é o criador, o controlador e o deus de tudo. Não existe realidade fora do que a pessoa determina.
A Nova Era ensina um leque amplo de misticismo oriental e técnicas físicas, metafísicas e espirituais, exercícios de respiração, cânticos, tambores, meditação, para desenvolver uma consciência modificada e a divindade da própria pessoa.
Qualquer coisa negativa que uma pessoa experimente (falhas, tristeza, raiva, egoísmo, sofrimento) é considerada uma ilusão. Acreditando que eles possuem o total controle de suas vidas, nada na vida é errado, negativo ou dolorido. Por fim, a pessoa desenvolve-se espiritualmente até o ponto em que não haja uma realidade externa e objetiva. A pessoa, tornando-se um deus, cria a sua própria realidade.

Religião e Espiritualidade: Budismo

Os budistas não adoram nenhum Deus ou deuses. As pessoas que não estão dentro do budismo pensam, com freqüência, que os budistas adoram a Buda. No entanto, o Buda (Siddhartha Gautama) nunca disse ser divino e os budistas rejeitam a noção de qualquer poder sobrenatural. O universo é operado por uma lei natural. Compreende-se a vida como formada de dor: dor no nascimento, na enfermidade, na morte, na tristeza e no desespero sem fim. A maioria dos budistas acredita que uma pessoa tem centenas ou milhares de reencarnações, todas trazendo aflição. É o desejo por felicidade que causa a reencarnação da pessoa. Conseqüentemente, a meta de um budista é purificar o seu coração e ver-se livre de todos os desejos. A pessoa deve abandonar todos os prazeres sensuais, todo o mal, alegria e tristeza.
Para conseguir isso, os budistas seguem uma lista de princípios religiosos e meditação intensa. Quando um budista medita, não é como orar ou se focalizar em um deus, é mais como uma autodisciplina. Através da meditação contínua, a pessoa pode alcançar o Nirvana, o “apagar” da chama do desejo.
O budismo fornece algo que é verdadeiro na maioria das religiões: disciplina, valores e diretrizes pelos quais a pessoa possa viver. Algumas dessas diretrizes budistas são: não destrua nenhuma criatura vivente; abandone todos os prazeres sensuais; abandone qualidades maléficas, como também a alegria e a tristeza.

Religião e Espiritualidade: Islamismo

Os muçulmanos acreditam que haja um Deus todo-poderoso, chamado Alá, o qual é infinitamente superior e transcendente à espécie humana. Alá é visto como o criador do universo e a fonte de todo o bem e de todo o mal. Tudo o que acontece é a vontade de Alá. Ele é um juíz severo e poderoso, o qual será misericordioso com os seguidores, dependendo do quão suficiente forem suas boas obras e sua devoção religiosa. O relacionamento de um seguidor com Alá é o de servidão.
Apesar de um muçulmano honrar muitos profetas, Maomé é considerado o último deles e suas palavras e estilo de vida são a autoridade dessa pessoa. Para ser um muçulmano, é necessário seguir cinco deveres religiosos: repetir o credo sobre Alá e Maomé; recitar certas orações em árabe cinco vezes ao dia; dar aos necessitados; um mês por ano, jejuar comida, bebida, sexo e fumo desde o nascer do sol até o pôr do sol; uma vez na vida peregrinar até Meca e adorar no lugar santo.
Para muitas pessoas, o islamismo vai ao encontro de suas expectativas de religião e divindade. O islamismo ensina que há apenas um Deus supremo, o qual é adorado através das boas obras e dos rituais religiosos disciplinados. Depois da morte, a pessoa é recompensada ou punida, de acordo com sua devoção religiosa. Ao morrer, baseado na fidelidade desta pessoa para com esses deveres, o muçulmano tem a esperança de entrar no Paraíso, um lugar de prazeres sensuais. Se não, eles serão punidos no inferno eternamente.

Religião e Espiritualidade: Cristianismo – Fé em Jesus Cristo

Os cristãos acreditam em um Deus amoroso, o qual se revelou e pode ser conhecido pessoalmente nessa vida. Com Jesus Cristo, o foco da pessoa não está em rituais religiosos ou em fazer boas obras, mas em desfrutar de um relacionamento com Deus e vir a conhecê-lo melhor.
A fé no próprio Jesus Cristo, não apenas em seus ensinamentos, é como o cristão experimenta a felicidade e uma vida significativa. Durante Sua vida na Terra, Jesus não se identificou como um profeta se referindo a Deus ou como um mestre de ensinamentos iluminados. Pelo contrário, Jesus disse ser Deus em forma humana. Ele fez milagres, perdoou pessoas de seus pecados e disse que qualquer pessoa que acreditasse nele teria vida eterna. Ele fez afirmações como: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (João 8:12)
Os cristãos têm a Bíblia como a mensagem escrita de Deus para a humanidade. Além de ser um registro histórico da vida e dos milagres de Jesus, a Bíblia revela a personalidade de Deus, seu amor e verdade e como se pode ter um relacionamento com Ele.
Qualquer que seja a circunstância que um cristão está atravessando na vida, ele pode, com confiança, buscar um Deus sábio e poderoso, que o ama de forma genuína. Eles acreditam que Deus responde orações e que a vida tem sentido à medida que se vive para honrar esse Deus.

Religião e Espiritualidade: Há diferença?

Ao olharmos para estes principais sistemas de credos e suas visões de Deus, encontramos uma diversidade tremenda:
  • Os hindus acreditam em 300.000 deuses;
  • Os budistas dizem não haver divindade;
  • Os seguidores da Nova Era acreditam que eles sejam deuses;
  • Os muçulmanos acreditam em um Deus poderoso, mas distante;
  • Os cristãos acreditam em um Deus amoroso e acessível.
Todas as religiões estão adorando o mesmo Deus? Vamos pensar nisso. A Nova Era ensina que todos devem vir a centralizar-se em uma consciência cósmica, mas isso requeriria dos muçulmanos a desistir de seu Deus; dos hindus, a desistir de seus inúmeros deuses e dos budistas a estabalecer que há um Deus.
As principais religiões do mundo são bem distintas. E destas, uma afirma que existe um Deus pessoal e amoroso, que pode ser conhecido agora, nesta vida. Jesus Cristo mostrou um Deus que nos ama, que nos acolhe em um relacionamento com Ele e que está do nosso lado como um Deus consolador, conselheiro e poderoso.
No hinduísmo, a pessoa se encontra sozinha tentando livrar-se do karma. Na Nova Era, a pessoa está trabalhando na própria divindade. No budismo, há uma busca pessoal para ser livre dos desejos. E no islamismo, o indivíduo segue leis religiosas para alcançar o paraíso depois da morte. Nos ensinamentos de Jesus, vê-se um relacionamento pessoal com um Deus pessoal, um relacionamento que continua na próxima vida.

Pode Uma Pessoa Relacionar-Se Com Deus Nesta Vida?

A resposta é sim. Você pode não apenas se relacionar com Deus, mas também pode ter a certeza de que é completamente aceito e amado por Ele.
Muitas religiões colocam o indivíduo sozinho, lutando por perfeição espiritual. Buda, por exemplo, nunca admitiu não ter pecado. Maomé também admitiu que precisava de perdão. “Não interessa o quão sábios, talentosos e influentes outros profetas, gurus e mestres possam ter sido. Eles tiveram a presença de espírito para reconhecer que eram imperfeitos como o restante de nós.” (Erwin W. Lutzer, Cristo Entre Outros Deuses, Chicago, Moddy Press, 1994, pág. 63)
Jesus Cristo, no entanto, nunca aludiu a nenhum pecado pessoal. Pelo contrário, Jesus perdoou as pessoas de seus pecados e Ele também quer nos perdoar dos nossos. Todos nós temos consciência de nossas falhas, das áreas de nossas vidas que podem fazer com que outros nos menosprezem, áreas que nós mesmos gostaríamos que não existissem, um vício, mau humor, impureza ou palavras de ódio. Deus nos ama, mas odeia o pecado. E Ele disse que a conseqüência do pecado é sermos impedidos de conhecê-lo. Porém, Deus providenciou um caminho para sermos perdoados e conhecê-lo: Jesus, o Filho de Deus, Deus em forma humana, tomou todos os nossos pecados sobre si, sofreu na cruz, e morreu no nosso lugar por livre e espontânea vontade. A Bíblia diz: “Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós…” (1 João 3:16)
Deus está nos oferecendo o completo perdão por causa da morte de Jesus por nós. Isto significa perdão por todos os nossos pecados passados, presentes e futuros. Jesus pagou por todos eles. Deus, quem criou o universo, nos ama e quer ter um relacionamento conosco. “Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele.”(João 3:16)
Através de Cristo, Deus nos oferece verdadeira liberdade de nossos pecados e culpa. Ele não deixa as falhas de uma pessoa sobre seus ombros, com a vaga esperança de se tornar uma pessoa melhor amanhã. Em Jesus Cristo, Deus estendeu as mãos em direção à humanidade, dando-nos um meio para conhecê-lO.“Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 6:35)

Deus Quer Que Nós O Conheçamos

Nós fomos criados por Deus para vivermos em comunhão com Ele. Jesus disse:“Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede.”(João 14:6) Jesus chamou as pessoas não apenas para seguir seus ensinamentos, mas para seguí-lo. Ele disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” Ao dizer que é a verdade, Cristo vai além dos meros profetas e mestres, os quais simplesmente disseram que estavam falando a verdade. (Lutzer, pág. 106)
Jesus identificou-se como Deus e até deu prova disto. Jesus disse que seria crucificado e que depois de três dias Ele iria ressuscitar. Ele não disse que reencarnaria um dia em uma vida futura (quem saberia se Ele realmente fez isso?). Ele disse que, três dias depois de ter sido enterrado, se mostraria vivo para aqueles que viram sua crucificação. Naquele terceiro dia, o túmulo de Jesus foi encontrado vazio e muitas pessoas testemunharam tê-lo visto vivo novamente. Ele agora nos oferece vida eterna.

É Um Relacionamento Mútuo

Muitas religiões se focam nos esforços espirituais da pessoa. O Cristianismo é uma interação mútua entre você e Deus. Ele nos chama para perto Dele. “O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam com sinceridade.”(Salmo 145:18) Você pode se comunicar com Deus, Ele responderá suas orações, dará a você uma grande paz e alegria, o guiará, mostrará o Seu amor e transformará a sua vida. Jesus disse: “eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente.”(João 10:10) Isso não significa que a vida será perfeita e sem problemas. Mas significa que, em meio a vida, você pode relacionar-se com Deus, o qual está querendo ser incluído na sua vida e ser fiel no Seu amor.
Isso não é um compromisso com um método de automelhoria como as Oito Verdades Desdobradas, ou os Cinco Pilares, ou a meditação, ou as boas obras, ou mesmo os Dez Mandamentos. Esses parecem passos claros, bem definidos e fáceis de serem seguidos para a espiritualidade. No entanto, eles se tornam uma luta pesada pela perfeição, enquanto o relacionamento com Deus está ainda distante. Nossa esperança não está em seguirmos leis ou padrões, mas em conhecer um Salvador que nos aceita completamente por causa de nossa fé nele e no seu sacrifício por nós. Nós não ganhamos nosso lugar no céu por esforços religiosos ou por boas obras. O céu é um presente gratuito para nós, que nos é dado, quando começamos nosso relacionamento com Jesus Cristo.
Você gostaria de ser totalmente perdoado e vir a conhecer pessoalmente o amor de Deus por você?

Começando Um Relacionamento Com Deus

Você pode começar seu relacionamento com Deus agora mesmo. É tão simples. Basta sinceramente pedir a Deus que Ele perdoe seus pecados e convidá-lo a entrar em sua vida. Jesus disse: “Eis que estou à porta [do seu coração], e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei.” (Apocalípse 3:20 ) Gostaria de começar um relacionamento com o Deus que lhe criou, que o ama profundamente? Você pode fazê-lo agora mesmo, se este é o desejo do seu coração: “Deus, eu peço que me perdoe e eu O convido para entrar em meu coração agora mesmo. Obrigado Jesus por morrer por meus pecados. Obrigado por entrar em minha vida, como disse que entraria.”
A Bíblia nos conta que “aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus.” (João 1:12) Se você pediu a Deus, de modo sincero, para entrar em sua vida, você começou um relacionamento pessoal com Ele. É como se você tivesse acabado de conhecê-lO e Ele quer ajudá-lo a vir a conhecê-lo melhor, a conhecer seu amor por você, a guiá-lo com sabedoria em quaisquer que sejam as decisões que confrontam sua vida. O livro chamado “João” na Bíblia é um bom lugar para aprender mais sobre o relacionamento com Deus. Talvez você queira contar para alguém sobre a decisão que tomou de convidar Jesus para fazer parte de sua vida.
Em outras religiões a pessoa tem um relacionamento com ensinamentos, idéias, caminhos e rituais. Através de Cristo, a pessoa pode ter um relacionamento com o Deus amoroso e poderoso. Você pode conversar com Ele e Ele lhe guiará nessa nova vida. Ele não lhe aponta apenas para um caminho, uma filosofia. Ele o acolhe para experimentar a felicidade e ter confiança no Seu amor em meio aos desafios da vida. “Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: que fôssemos chamados filhos de Deus.” (1 João 3:1)

Mais que uma fé cega


É impossível para nós sabermos com certeza se Deus existe e como Ele é a não ser que Ele tome a iniciativa e se revele a nós. Devemos saber como Ele é e como age conosco. Suponha que saibamos que Ele existe, mas se parece com Adolf Hitler – inconstante, depravado, preconceituoso e mal. Que terrível realidade seria!
Devemos vasculhar o horizonte da história para ver se existe alguma evidência da revelação de Deus. Existe uma evidência clara: em uma remota vila da Palestina, há quase 2.000 anos, uma criança nasceu numa estrebaria. Até hoje o mundo inteiro está celebrando o nascimento de Jesus.
Ele viveu discretamente até completar 30 anos de idade, quando então começou seu ministério público que durou três anos. Estava destinado a mudar o rumo da história. Ele era uma pessoa bondosa e nos contam que “as multidões estavam maravilhadas com seu ensino, porque Ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei”. (Mateus 7:29)

Examine a Identidade de Jesus – Ele Disse Ser o Filho de Deus

Porém, logo se tornou evidente, que Ele estava fazendo declarações surpreendentes e assustadoras sobre si mesmo. Ele começou a se identificar como muito mais do que um extraordinário mestre ou profeta. Ele começou a dizer claramente que era Deus. Fez de sua identidade o ponto principal de Seus ensinamentos. A pergunta mais importante que fez aos seus seguidores foi “Quem vocês dizem que eu sou?”. Ao que Pedro respondeu dizendo: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:15-16). Jesus não se surpreendeu, nem repreendeu Pedro. Pelo contrário, Ele o elogiou!
Ele declarou isso explicitamente e Seus ouvintes sentiram todo o impacto de suas palavras. A Bíblia nos diz: “os judeus mais ainda queriam matá-lo, pois não somente estava violando o sábado, mas também estava até mesmo dizendo que Deus era seu próprio Pai, igualando-se a Deus” (João 5:18).
Em outra ocasião Ele disse: “Eu e meu Pai somos um”. Imediatamente, os judeus quiseram apedrejá-Lo e Ele perguntou por qual boa obra queriam fazer aquilo. Eles responderam: “Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque sendo um simples homem se apresenta como Deus” (João 10:33).

Jesus claramente declarou ter atributos que só Deus tem.

Quando um homem paralítico foi introduzido pelo telhado querendo ser curado por Jesus, Ele disse: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Isso causou um grande tumulto entre os líderes religiosos, que raciocinaram em seu íntimo: “Por que esse homem fala assim? Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus?” (Mateus 2:5-6).
Em um momento crítico, quando sua vida estava em risco, o sumo sacerdote perguntou a Ele diretamente: “Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito?”. “Sou”, disse Jesus. “E vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso vindo com as nuvens do céu”.
O sumo sacerdote rasgou as próprias vestes. “Por que precisamos de mais testemunhas?” ele perguntou. “Vocês ouviram a blasfêmia. Que acham?” (Marcos 14:61-64)
Tão próxima era a sua conexão com Deus que Ele igualava a atitude de uma pessoa para com Ele como sendo feita para com o próprio Deus. Por essa razão, quem O conhece, conhece a Deus (João 8:19; 14:7). Quem O vê, vê a Deus (12:45; 14:9). Quem crê Nele, crê em Deus (12:44; 14:1). Quem O recebe, recebe a Deus (Marcos 9:37). Quem O odeia, odeia a Deus (João 15:23). E quem O honra, honra a Deus (5:23).

Fé Cega? – Observe As Quatro Possibilidades

Ao encararmos as declarações de Cristo, existem quatro possibilidades: Ou Ele foi um mentiroso, um lunático, um mito, ou a Verdade. Se dissermos que Ele não é a Verdade, estamos automaticamente afirmando uma das outras três alternativas, percebendo isso ou não.
(1) Uma das possibilidades é a de que Jesus tenha mentido quando disse ser Deus — Ele sabia que não era Deus, mas enganou deliberadamente seus ouvintes para dar autoridade aos Seus ensinamentos. Poucos, senão ninguém, seriamente mantêm essa opinião. Até mesmo aqueles que negam Sua divindade afirmam que Ele foi um grande mestre moral. Mas quem também crê nessa última possibilidade falha em perceber que duas afirmações se fazem contraditórias: Jesus não poderia ser um grande mestre moral se, no ponto crucial do Seu ensino — a Sua identidade– fosse um grande mentiroso.
(2) Uma mais agradável, embora não menos surpreendente possibilidade, é a de que Ele era realmente sincero, mas era enganado por suas próprias ilusões. Temos um nome hoje para uma pessoa que pensa ser Deus, chamamos de lunático, e certamente, se aplicaria a Cristo se ele estivesse enganado nesta questão tão importante. Mas quando olhamos para a vida de Cristo, não vemos evidência da anormalidade e desequilíbrio que encontramos em pessoas insanas. Pelo contrário, encontramos a melhor compostura de alguém que viveu sobre pressão.
(3) A terceira alternativa é a de que toda aquela conversa de declarar ser Deus é um mito — o que aconteceu foi que Seus entusiasmados seguidores, nos séculos III e IV, colocaram palavras em Sua boca que deixariam você chocado se as ouvisse; palavras que, novamente proferidas, seriam alvo de repúdio imediato.
A teoria do mito tem sido significantemente refutada por muitos descobridores da arqueologia moderna, que têm, de uma vez por todas, mostrado que as quatro biografias de Cristo foram escritas durante o período de vida da geração de Cristo. Algum tempo atrás Dr. William F. Albright, famoso arqueologista mundial agora aposentado, da Universidade John Hopkins, diz que não há razão para acreditar que nenhum dos evangelhos foi escrito depois de 70 d.C. Seria admirável o fato de um mero mito sobre Cristo, na forma de evangelho, ter ganhado circulação e ter tido o impacto que teve, sem a menor base em fatos.
Isso seria tão absurdo quanto alguém na nossa própria época escrever uma biografia de John H. Kennedy e nela dizer que ele declarava ser Deus, perdoava os pecados das pessoas, e tinha ressuscitado dos mortos. Tal estória é tão louca e nunca teria credibilidade, pois ainda há muitas pessoas por aí que sabem quem realmente foi Kennedy. Assim, a teoria do mito não resiste à luz da recente data dos manuscritos dos evangelhos.
(4) A alternativa que resta é a de que Jesus falou a verdade. Mas, declarações somente não querem dizer muito. Palavras são vento. Qualquer um pode fazer declarações. Houve outras pessoas que disseram ser Deus. Eu declararia ser Deus; você poderia declarar ser Deus, mas a pergunta que temos de responder é: “Que provas trazemos para sustentar essa declaração?”. No meu caso, não levaria cinco minutos pra você provar que a minha declaração é falsa. E, provavelmente, eu não levaria muito tempo para provar a falsidade da sua também. Mas quando se trata de Jesus de Nazaré não é tão simples. Ele tinha as provas que validavam Sua declaração. Ele disse: “Mesmo que não creiam em mim, creiam nas obras, para que possam saber e entender que o Pai está em mim, e eu no Pai” (João 10:38).

Examine As Evidências De Jesus

Primeiro: seu caráter moral coincidia com Suas declarações. Muitas pessoas internadas em asilos dizem ser celebridades ou deidades. Mas o caráter delas prova que suas declarações não são verdadeiras. O mesmo não acontece com Cristo. Ele é único–tão único quanto Deus.
Jesus Cristo não tinha pecado. A qualidade de Sua vida era tal que era capaz de desafiar Seus inimigos com uma pergunta: “Algum de vocês pode me acusar de algum pecado?” (João 8:46). Ele só ouvia o silêncio como resposta, embora Ele se dirigisse àqueles que adorariam apontar um defeito em Seu caráter.
Lemos sobre as tentações de Jesus, mas não ouvimos nenhuma confissão de pecado de Sua parte. Ele nunca pediu perdão, embora dissesse aos Seus seguidores para pedirem.
Essa falta de qualquer percepção de falha moral da parte de Jesus é impressionante, visto pelo fato de que é completamente contrária ao que sabemos das experiências dos santos e místicos de todos os tempos.Quanto mais próximas as pessoas estão de Deus, mais desapontadas se sentem com suas próprias falhas, corrupção e deficiências. Quanto mais perto se fica de uma luz brilhante, mais se percebe que é preciso tomar um banho. Isso também é verdade, na esfera moral, para meros mortais.
É também surpreendente que João, Paulo e Pedro, treinados desde a infância a acreditar na universalidade do pecado, falaram da inocência de Cristo: “Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca” (1 Pedro 2:22).
Pilatos, que nem amigo de Jesus era, disse: “Que crime Ele cometeu?” (Mateus 27:23). Ele implicitamente reconheceu a inocência de Cristo. E o centurião romano que foi testemunha da morte de Cristo disse: “Verdadeiramente este era o Filho de Deus” (Mateus 27:54).
Segundo: Cristo demonstrou um poder sobrenatural que só poderia pertencer a Deus, o Autor dessas forças. Ele acalmou uma violenta tempestade de vento e ondas no Mar da Galiléia. Ao fazer isso, ele despertou a seguinte pergunta naqueles que estavam no barco: “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” (Marcos 4:41). Ele transformou água em vinho; alimentou 5.000 pessoas com cinco pães e dois peixes; devolveu a uma viúva desconsolada seu filho, ressuscitando-o dos mortos e trouxe novamente à vida a filha morta de um pai desolado. O mais significante é que Seus inimigos não negavam os milagres, mas preferiram tentar matá-Lo: “Se o deixarmos assim, todos crerão nele” (João 11:48).
Terceiro: Jesus demonstrou o poder do Criador sobre doenças e enfermidades.Ele fez o paralítico andar, o mudo falar e o cego ver. Algumas de Suas curas atingiam problemas de nascença que não seriam curados por meios naturais. O mais surpreendente foi a cura de um homem cego cujo caso está relatado em João 9. Embora o homem não conseguisse responder seus insistentes interrogadores, sua experiência foi suficiente para que se convencesse: “Uma coisa sei: eu era cego e agora vejo!” ele declarou. Ele estava impressionado com o fato de seus amigos não reconhecerem Aquele que o curou como o Filho de Deus. “Ninguém jamais ouviu que os olhos de um cego de nascença tivessem sido abertos” (João 9:25,32). Para ele a evidencia era obvia.
Quarto: a suprema prova de Jesus para autenticar a proclamação de Sua divindade foi Sua ressurreição dentre os mortos. Por cinco vezes no curso de Sua vida Ele predisse que morreria. Ele também predisse como morreria e que três dias depois ressuscitaria dos mortos e apareceria aos Seus discípulos.
Certamente esse foi o grande teste. Era uma declaração que seria fácil verificar. Aconteceria ou não.
Amigos e inimigos do cristianismo reconheceram a ressurreição de Cristo como sendo a pedra de fundação da fé cristã. Paulo, o grande apóstolo, escreveu: “se Cristo não ressuscitou, é vazia a nossa pregação, como também é vazia a fé que vocês têm” (1 Coríntios 15:14). Paulo colocou toda a sua fé na ressurreição do corpo de Cristo, tendo Ele ressuscitado ou não dos mortos. E, se Ele ressuscitou, foi o evento mais sensacional de toda a história.

Observe as deduções

Se Cristo ressuscitou, sabemos com certeza que Deus existe, como Ele é e como podemos conhecê-Lo através de uma experiência pessoal.Assim, o universo adquire significado e propósito, e é possível experimentar um Deus vivo no mundo de hoje.
Por outro lado, se Cristo não ressuscitou dos mortos, o Cristianismo é uma interessante peça de museu – nada mais – não tem validade ou realidade objetiva. Embora seja até uma idéia agradável, certamente não vale a pena ficar muito empolgado com isso. Os mártires que foram lançados aos leões cantando e os missionários contemporâneos que perderam suas vidas no Equador e Congo levando a mensagem a outros, foram pobres tolos iludidos.
O ataque ao Cristianismo por seus inimigos tem sido mais freqüentemente concentrado na ressurreição porque está claro que esse evento é o “x” da questão. Um ataque notável aconteceu no início dos anos 30 por um jovem advogado britânico. Ele estava convencido de que a ressurreição era mera fábula e fantasia. Percebendo que era a pedra de fundação da fé cristã, ele decidiu fazer um favor ao mundo e de uma vez por todas expor essa fraude e superstição.
Como advogado, ele sentia que tinha as qualidades críticas para testar rigidamente cada evidência e para não admitir como evidência tudo que não se adequasse ao rígido critério de admissão de um tribunal hoje.
Porém, enquando Frank Morrison estava fazendo sua pesquisa, algo extraordinário aconteceu. O caso não era tão fácil quanto ele pensava. Como resultado desse acontecimento, o primeiro capítulo de seu livro, “Quem moveu a pedra?” (Who Moved the Stone?) é entitulado “O Livro Que Recusou Ser Escrito” (The Book That Refused to Be Written). Nele, ele descreve como, enquanto examinava as evidências, foi persuadido contra o que ele mesmo acreditava, o fato da ressurreição física de Cristo.

Veja o que Aconteceu no Momento de Sua Morte

A morte de Jesus foi por execução pública numa cruz. O governo disse que a condenação era por blasfêmia. Jesus disse que foi para pagar por nossos pecados. Depois de ser severamente torturado, os pés e os punhos de Jesus foram pregados na cruz onde Ele foi suspenso, e mais tarde morreu lentamente sufocado. Uma lança foi transpassada pelo Seu corpo para confirmar a Sua morte.
O corpo de Cristo foi envolvido em linho coberto com aproximadamente 38 quilos de ervas molhadas e pegajosas. Seu corpo foi colocado dentro de um túmulo numa rocha. Uma pedra de quase duas toneladas foi rolada por alavancas para guardar a entrada. Porque Jesus tinha publicamente dito que ressuscitaria dos mortos em três dias, uma guarda de treinados soldados romanos foi posicionada no túmulo. E um selo oficial romano foi fixado na entrada do túmulo declarando que era propriedade do governo. Apesar de tudo isso, três dias mais tarde o corpo tinha sumido. Somente os panos de linho permaneciam na tumba, na forma do corpo, mas vazio. A rocha que formalmente selava o túmulo foi encontrada fora do lugar, a uma longa distância longe do túmulo.

Observe o que Aconteceu no Túmulo

A explicação que logo começou a circular era a de que os discípulos roubaram o corpo! Em Mateus 28:11-15, temos o registro da reação dos sacerdotes e dos líderes religiosos quando os guardas deram a desagradável e misteriosa notícia de que o corpo tinha sumido. Eles deram dinheiro aos soldados e mandaram dizer que os discípulos tinham ido durante a noite e roubado o corpo enquanto estavam adormecidos. Aquela estória era tão falsa que Mateus nem se preocupou em refutá-la! Que juiz iria ouvir você se dissesse que enquanto estava dormindo você sabia que foi o seu vizinho que entrou na sua casa e roubou seu aparelho de TV? Quem sabe o que está acontecendo enquanto se dorme? Testemunho como esse seria ridicularizado num tribunal.
Além do mais, estamos lidando com uma impossibilidade psicológica e ética. Roubar o corpo de Cristo seria algo totalmente contrário ao caráter dos discípulos e a tudo o que sabemos sobre eles. Significaria que eles foram culpados de uma deliberada mentira que foi responsável pelo engano e morte de milhares de pessoas. É inconcebível que, mesmo que alguns discípulos tivessem conspirado e conseguido fazer esse roubo, eles nunca teriam contado aos outros.
Cada um dos discípulos enfrentou o teste da tortura e do martírio por suas afirmações e crenças. Homens e mulheres irão morrer pelo o que acreditam ser verdade, embora possa ser realmente mentira. Se em algum momento o homem fala a verdade, é no seu leito de morte. E se os discípulos tivessem roubado o corpo, e Cristo ainda estivesse morto, ainda teríamos o problema de explicar todas as Suas declaradas aparições.
Uma Segunda hipótese é que as autoridades, Judia e Romana, removeram o corpo! Mas por quê? Eles colocaram guardas no túmulo, qual seria a razão de remover o corpo? E, quanto ao silêncio das autoridades diante da ousada pregação dos apóstolos sobre a Ressurreição em Jerusalém? Os líderes eclesiásticos estavam fervilhando de raiva, e fizeram todo o possível para prevenir que a mensagem da ressurreição de Jesus dentre os mortos se espalhasse. Prenderam Pedro e João, bateram e ameaçaram a eles numa tentativa de calar suas bocas. Mas havia uma solução muito simples para o problema deles. Se eles tivessem o corpo de Cristo, poderiam desfilar com ele pelas ruas de Jerusalém.
De uma só vez eles teriam abafado com sucesso o Cristianismo ainda no seu berço. O fato de que eles não fizeram isso sustenta o testemunho eloqüente de que eles não tinham o corpo.
Outra teoria popular foi que as mulheres, perturbadas por uma tristeza devastadora, erraram o caminho na pouca luz da manhã e foram ao túmulo errado. Na sua distração elas imaginaram que Cristo tinha ressuscitado porque encontraram o túmulo vazio. Essa teoria, entretanto, foi derrubada pelo mesmo fato que destruiu a teoria anterior.
Se as mulheres foram ao túmulo errado, por que os sumos sacerdotes e outros inimigos da fé não foram até o túmulo correto e revelaram o corpo? Além disso, é inconcebível que Pedro e João se sujeitariam ao mesmo erro, e certamente José de Arimatéia, dono do túmulo, teria resolvido o problema. E mais, é preciso relembrar que este era um lugar privado para sepulcros, não era um cemitério público. Não havia outro túmulo nas proximidades que fosse permitir que cometessem tal erro.
A teoria do desmaio também foi levantada para explicar o túmulo vazio. Nesta visão, Cristo não na verdade não morreu. Ele foi dado como morto por engano, mas desmaiou de exaustão, dor e perda de sangue. Quando foi colocado no gélido túmulo, Ele reviveu. Ele saiu do túmulo e apareceu aos Seus discípulos, que por engano pensaram que tinha ressuscitado dos mortos.
Esta é uma teoria da construção moderna. Apareceu primeiramente no fim do século XVIII. É importante ressaltar que nenhuma sugestão desse tipo surgiu na Antigüidade, em meio aos violentos ataques que foram feitos ao Cristianismo.
Todos os registros mais antigos são enfáticos sobre a morte de Jesus. Mas vamos assumir por um momento que Cristo foi sepultado vivo e desmaiou. É possível acreditar que Ele teria sobrevivido três dias num túmulo úmido, sem comida ou água ou atenção de qualquer tipo? Teria Ele tido força para se soltar dos panos que o envolviam, empurrar a pesada rocha da boca da gruta, passar pelos soldados, e andar quilômetros nos pés que foram perfurados com pregos? Tal crença é mais fantástica que o simples fato da ressurreição.
Até o crítico alemão David Strauss, que de maneira nenhuma apóia a teoria da ressurreição, rejeitou esta idéia inacreditável. Ele disse:
É impossível que um Homem que acabou de sair de um túmulo, semi-morto, e que vagueou de um lado para o outro fraco e doente, precisando de cuidados médicos, de curativos, de encorajamento, e outros cuidados, e que há pouco havia sucumbido ao sofrimento, pudesse jamais dar aos discípulos a impressão de que tinha vencido a morte e o túmulo; de que era o Príncipe da Vida.
Enfim, se essa teoria está correta, o próprio Cristo foi envolvido em pesadas mentiras. Seus discípulos acreditaram e pregaram que Ele estava morto, mas que tinha voltado a viver. Jesus não fez nada para dissipar essa crença, mas, pelo contrário, a encorajou.
A única teoria que adequadamente explica o túmulo vazio é a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

Veja o que Jesus Cristo Oferece a Você

Se Jesus Cristo ressuscitou dos mortos, provando ser Deus, Ele está vivo hoje. Sua vontade é mais do que ser adorado. Sua vontade é ser conhecido e fazer parte de sua vida. Jesus disse: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo” (Apocalipse 3:20).
Carl Gustav Jung disse: “A neurose principal de nosso tempo é o vazio.”Todos nós temos um profundo anseio para que nossas vidas tenham sentido. Jesus nos oferece uma vida mais significativa, abundante, que resulta de um relacionamento com Ele. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10:10).
Porque Jesus morreu na cruz, levando com Ele todos os pecados da humanidade, Ele agora nos oferece perdão, aceitação e um genuíno relacionamento com Ele.
Agora mesmo você pode convidar Jesus Cristo para fazer parte da sua vida. Você pode dizer para Ele algo assim: “Jesus, obrigado por morrer na cruz pelos meus pecados. Peço que Você me perdoe e que faça parte da minha vida agora. Obrigado por me oferecer um relacionamento com Você”.
Se você precisa de mais informações ou ainda tem perguntas sobre quem Jesus é, por favor, nos envie um email.